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É preciso empreender

Paulete de Melo

A sociedade contemporânea é fruto do sucesso de milhões de empreendedores. Todas as descobertas humanas foram constituídas a partir do empreendedorismo. Empreender significa fazer algo novo, algo que nunca foi feito.  Da roda à energia elétrica, dos carros aos foguetes, do fogo aos fogões, tudo o que vemos ao nosso redor é resultado não apenas da inteligência humana, mas principalmente do empreendedorismo.  
Empreendedores são pessoas únicas pois, onde todos veem problemas, estes veem oportunidades e querem transformá-las em realidade. Não basta enxergar uma oportunidade, não basta ter uma ideia, é imperativo, para o empreendedor executá-la.  Ele sabe, como ninguém, que neste mundo complexo e hipercompetitivo no qual estamos vivendo ou se é parte do problema, ou parte da solução. E ele decide ser parte da solução.  
O perfil do profissional empreendedor é formado por um trinômio interessante e raro:  visão estratégica + inovação + execução. Eis a equação do sucesso das pessoas empreendedoras. O empreendedor é aquele que alimenta, com suas inovações, o sistema econômico atual. Ele é a base para toda a dinâmica comercial do planeta.  O termo caracterizará então não somente um perfil, mas o espírito daquele que é capaz de inovar e assumir os riscos de colocar em prática suas ideias. Esse pragmatismo, essa habilidade de fazer as coisas acontecerem é essencial, pois o mundo está abarrotado de boas ideias que jamais serão executadas.
Ser empreendedor não é somente uma questão de acúmulo de conhecimento, mas um estilo de vida que requer caráter, atitudes, comportamentos, visão e percepção do mundo em si mesmo, voltados para atividades em que o risco, a capacidade de inovar, perseverar, de estabelecer relacionamentos e de conviver com a incerteza são elementos indispensáveis. Partindo desses parâmetros, o empreendedorismo bem-sucedido precisa ser regado com uma alta dose de liderança. 
Foi o que aconteceu, por exemplo, com o caso da Dell Computadores, fundada por Michael Dell, no início dos anos 1990. Dell era então estudante de medicina, que ganhava dinheiro nas horas vagas montando e vendendo computadores. Após os 10 primeiros anos, o modelo de negócios criado por Dell em sua empresa homônima assumiu as primeiras posições no mercado mundial, desbancando tradicionais empresas do ramo.
Estima-se que de cada quatro pessoas, ao menos uma seja empreendedora. Países e empresas com as melhores performances financeiras (PIBs elevados), estimulam e privilegiam o desenvolvimento dessa competência. O comportamento empreendedor é dinâmico e muito ligado ao meio em que o empreendedor está inserido e às experiências dele no decorrer da vida.
Na contemporaneidade, são ilimitadas as oportunidades para o exercício do empreendedorismo. Dada a complexidade do atual momento global, e da infinidade de variáveis com as quais o mundo se depara hoje, existem verdadeiras avenidas empreendedoras à disposição fora e dentro das empresas.
 
O profissional brasileiro é reconhecidamente criativo e inovador e, nesses dias de retração econômica é crucial estimular o empreendedorismo, tirando as ideias do papel através de Planos de Negócios bem planejados, aliando a técnica à arte.
 
Escolas de Negócios como a FGV têm papel predominante nesse contexto, pois podem oferecer o conhecimento técnico necessário ao Planejamento dos Negócios que, liderados por empreendedores, determinarão o sucesso de famílias, organizações e do país.   
Fonte da Notícia: Paulette de Melo       Publicado: 15/03/2016
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