Cresce o número de pessoas Trans no mercado de trabalho brasileiro

Publicado: 10 de fevereiro de 2020
Cresce o número de pessoas Trans no mercado de trabalho brasileiro

As pessoas trans vêm se profissionalizando e já disputam vagas nas empresas. O movimento é significativo, especialmente em multinacionais, que aderem às políticas afirmativas e ampliam a presença de grupos de diversidade em suas sedes brasileiras.

O cenário, no entanto, ainda é desafiador. Segundo a OAB, 82% das pessoas transexuais e travestis não concluem os estudos. Por serem desrespeitadas, humilhadas e até sofrerem violência na escola, sua formação fica comprometida. Assim, não alcançam um currículo mínimo para competir por vagas, o que reforça o estigma e a exclusão. A prostituição, muitas vezes, é o único caminho para a sobrevivência.

A inclusão de pessoas trans no mercado de trabalho é estimulada por sites específicos como o Transempregos. Quando ele foi criado, em 2014, só 12 companhias queriam usar seus serviços. Atualmente, já são 46 — uma alta de quase 300%.

O Dia Nacional da Visibilidade de Pessoas Travestis e Transexuais (29/01) é uma oportunidade de refletir sobre inclusão e responsabilidade social das empresas, que cada vez mais se engajam na luta contra o preconceito.

Dar acesso às oportunidades de emprego dignas e discutir o tema com os colaboradores são estratégias para promover a inclusão.

Por Cynthia Mavi Molina Duarte.

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